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, conhecido como “Crânio Negro”), A. robustus e A. boisei. Alguns pesquisadores colocam todas as formas robustas no gênero Paranthropus.2

O gênero Homo, ao qual os humanos pertencem, inclui as espécies seguintes: H. habilis (material fragmentário de uma espécie pequena encontrado junto a alguns artefatos de pedra, conhecido como “Homem Hábil”); H. rudolfensis (crânio grácil e ossos notavelmente maiores do que H. habilis, embora anteriormente classificado naquela espécie); H. erectus (mais de 200 fósseis, incluindo o Homem de Java e o Homem de Pekim); H. ergaster (crânio e ossos atribuídos anteriormente aos erectinos e agora reconhecidos pela mandíbula inferior e a estrutura dos dentes como uma espécie distinta, conhecida como “Menino Turkana”); H. heidelbergensis (“Homem da Rodésia”, um H. sapiens arcaico previamente identificado como um erectino, por vezes classificado como H. sapiens heidelbergensis, uma sub-espécie de H. sapiens; a espécie tem capacidade craniana maior do que os erectinos); H. neanderthalensis (uma espécie robusta comumente representada como “Homem da Caverna”, cujos fósseis freqüentemente dão evidência de trauma, por vezes classificado como H. sapiens neanderthalensis); e finalmente, Homo sapiens ou Homo sapiens sapiens (humanos modernos).3

Métodos de pesquisa

Na busca das origens do homem, três grupos de cientistas — paleoantropólogos, filogeneticistas evolucionistas e antropólogos moleculares — abordam o problema de três perspectivas diferentes. Paleoantropólogos enfocam características físicas dos esqueletos homínidas e o uso de artefatos. Filogeneticistas evolucionistas descrevem as semelhanças dos organismos e como são relacionados. Antropólogos moleculares acentuam as semelhanças de proteínas e DNA dos homínidas.

Caracteristicas físicas dos homínidas. Paleoantropólogos são cientistas que se especializam em origens humanas. Comparando esqueletos e traços morfológicos nos homínidas, eles crêem ter achado diversos traços homínidos e pitecinos nestes fósseis. Uma das espécies mais importantes dos australopitecinos, Australopithecus afarensis, exibe estas características.

Australopithecus afarensis, um homínida conhecido popularmente como “Lucy”, tem uma junta ilíaca, que não é nem bem pitecina nem bem humana. Embora pareça claro que os australopitecinos não andavam sobre o jarrete como os macacos de hoje, as juntas ilíacas eram bastante viradas para frente de modo a não se confundir com as juntas ilíacas humanas. (Um dos critérios que têm sido usados para identificar o gênero Homo é uma postura plenamente ereta ao andar.) Outra estrutura que os paleoantropólogos salientam como evidência de um elo australopitecino entre macacos e humanos é a curvatura dos ossos dos dedos e dos artelhos. Os dedos dos australopitecinos não são tão retos como os dedos humanos, mas as articulações não são tão simples como as do chipanzé.4 Algumas destas características meio símias, meio humanas nos membros dos australopitecinos têm sido identificadas. Além disto, a diminuição do tamanho dos dentes da frente da boca para trás é um traço semelhante ao arranjo dos dentes nos homínidos.5

Características meio humanas, meio pitecinas têm sido descobertas também no gênero Homo. Homo habilis, ou “Homem hábil”, é incluído no gênero Homo primariamente porque o fóssil foi achado junto de “artefatos”. Além disto, H. habilis tem uma mandíbula muito parecida com a humana; não obstante, o esqueleto parecese com um australopitecino. Os espécimes atribuídos ao Homo rudolfensis são incluídos no gênero Homo porque a estrutura do esqueleto parece-se com a dos humanos; mas a face e os dentes parecemse com australopitecinos robustos.6

Os paleoantropólogos dividem os erectinos em duas espécies, conforme suas mandíbulas e seus dentes, localização na África e menor capacidade craniana do H. ergaster comparada com os erectinos da Ásia.7

Vários diagramas têm sido construídos para demonstrar a linhagem ancestral dos homínidas. Os diagramas diferem porque os paleoantropólogos não concordam quanto às características específicas que devem ser usadas para identificar relações ancestrais, o tempo quando se separaram e o local de novos achados.8

Relações entre homínidas. Filogeneticistas usam métodos cladísticos (cladogramas) para descrever relações entre organismos. Cladogramas são diagramas que arranjam os organismos em grupos que possuem características comuns, descrevendo os organismos em termos de relações fraternais em vez de ancestrais, de uma forma hierárquica. Ao criar cladogramas, os filogeneticistas assumem três primícias: (1) As características que formam a base de dados podem ser arranjadas numa estrutura hierárquica; (2) os dados ou as características selecionados representam corretamente os organismos; e (3) houve bem pouca ou nenhuma perda de características.9 Um cladograma que descreve as relações possíveis entre os homínidas aparece na Figura 1.10

Algumas características usadas para criar o cladograma aparecem nas espécies numa ordem diferente da maioria das características que definem o cladograma. Os filogeneticistas escolhem o cladograma com o menor número de características fora de ordem para criar diagramas mais bem ajustados; conseqüentemente, há uma certa discordância sobre quais características melhor descrevem os organismos e como devem ser arranjadas na hierarquia.

Depois de usar o método cladístico para identificar relações hierárquicas, numerosos pesquisadores incorporam esta informação em hipóteses e desenvolvem esquemas filogenéticos que traçam as relações ancestrais para os homínidas. Até 1993, pelo menos seis esquemas filogenéticos principais tinham sido propostos para os homínidas. Desde a descoberta de A. ramidus, um sétimo esquema foi proposto. Muito da transferência de espécies nestes diagramas representa disputas sobre a validade de atribuir à evolução humana os vários traços achados nos crânios e dentes dos espécimes.

As relações moleculares dos homínidas aDiálogo Universitárioj b Site y y Girls l l Sites Naked jDiálogo Universitáriog Free Dating Sex